
“Certa vez, na Espanha, havia uma família cujo pai era médico obstetra. Como era o único médico numa região de pequenos vilarejos, esse médico sempre viajava para atender as cidadelas que precisavam de seus serviços. Em uma dessas viagens estourou uma terrível guerra civil naquele país, e enquanto a família ficou de um lado da guerra, o médico ficou preso em linhas inimigas. Na tentativa de voltar para sua família, acabou capturado e forçado a trabalhar num navio militar inimigo. Anos se passaram, e a única maneira de comunicação entre o médico e sua família era enviar cartas para pessoas desconhecidas ao redor do mundo, pedindo-as que reenviassem as cartas para a familia. E assim foi. Certa oportunidade, o navio que o obstetra servia iria parar na cidade onde a familia dele estava. Sabendo disso, o capitão do navio ordenou que o médico fosse buscar algo em um escritorio que nem existia, e nesse meio tempo, partiu deixando o homem para trás. Naquela viagem o navio seria abatido por torpedos, e todos morreriam. Após mais um ano de tentativas, finalmente o homem conseguiria rever a família, que o tinha dado como morto no naufrágio. Todos menos o filho mais velho, aviador, morto um dia antes do fim da guerra civil, à uma quadra de distancia das linhas aliadas, após sobreviver a queda de seu avião de batalha. Anos depois, o médico precisaria agir novamente fora de sua especialização de obstetra. Um velho homem estava tendo uma forte crise de hérnia, e poderia morrer caso não fosse operado. Ao chegar no local, o médico reparou nos pertences do senhor, sobre a mesa de cabeceira, onde havia um relógio muito antigo e muito bonito: “Que bonito o seu relógio, onde o comprou?” - “Doutor, acontece que eu era general do exército na guerra, e este relógio em particular eu tomei de um rapaz que executei. Bonito não acha?” - “Sim, é um lindo relógio. Eu presentei para meu filho mais velho, antes da guerra estourar”. E o médico salvou a vida daquele velho homem, mesmo sabendo que tinha sido ele o assassino de seu filho. Também foi capaz de perdoar ao general, pois foi isso que sempre acreditou.”
A moral da história? O perdão é mais forte que o ódio, lembre-se disso!


Esse sou eu apelando para o sexy appeal, afinal de contas, o que importa nesse Tumblr ultimamente é como você se parece, e não quem você é!

Ela: Então, gostou de sair com a amiga que te apresentei?
Ele: Mais ou menos!
Ela: Mas ela não é legal e bonita?
Ele: É sim.
Ela: Então qual o problema?
Ele: Ela não é você!
(via: FulfilledBoy)